Ele chega meio assim perdido, não sabe onde sentar. Ela do lado dele e ele insiste em ignorá-la, está bom, ela também finge que ele não chegou, ele senta longe dela.
Ela ri em pensamento, ela adora esses jogos. Ninguém ganha. Mas ela adora esses jogos.
De novo aquele perfume no ar desconcentra qualquer mente fissurada em perfume, ela reconhece aquele aroma, certamente é francês e com uma porcentagem cítrica.
Se ele soubesse o quanto ela pede para que aqueles minutos durem horas... Mas ele insiste em ignorá-la, de vez em quando ele larga um sorriso pra ela, pra ver se ganha o que já dele. Afinal ela consegue fingir que ele não existe, ele até acredita que está ali 'inexistindo'. Ah... esses jogos! Ela adora! Ah aquela voz! Ela adora!
É, de quando em vez é muito bom saber que ele nem imagina que ela é viciada naquela voz...
Ela vai embora. Ele também. Ela acorda... ah que pena, além de jogo foi sonho!
domingo, 31 de maio de 2009
terça-feira, 26 de maio de 2009
O que é escrito eterniza o sentimento
A dificuldade maior que ele tinha dentre todos aqueles desejos era realmente saber o que queria. Ele era imensamente confuso. Ela já não! Gostava da emoção, dos livros, da cultura, do amor, das palavras bem ditas.
Ela até dizia ter medo, mas quem não tem?
Agora ele saía, entrava, saía, entrava, percorria lentamente, de quando em vez rapidamente, em casos até dormia... nos pensamentos dela.
Texto escrito em 26.05.2006 às 23:51
Achei perdido na minha agenda de 2006.
Totalmente sem tempo, mas feliz, afinal não é à toa que Aristóteles disse que feliz é quem tem o que fazer!
Abraços perfumados a todos!
Ela até dizia ter medo, mas quem não tem?
Agora ele saía, entrava, saía, entrava, percorria lentamente, de quando em vez rapidamente, em casos até dormia... nos pensamentos dela.
Texto escrito em 26.05.2006 às 23:51
Achei perdido na minha agenda de 2006.
Totalmente sem tempo, mas feliz, afinal não é à toa que Aristóteles disse que feliz é quem tem o que fazer!
Abraços perfumados a todos!
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Sonhos
Ultimamente ando tendo uns sonhos bem estranhos. Esses dias eu matava três cobras no banheiro. Ontem à noite no sonho matei uma na cama e a outra ficou viva, era branca com preto.
Aviões caindo, pessoas queimadas. Esse sonho do avião meu irmão teve um igual no mesmo dia. Tenho medo dos meus sonhos. Normalmente não erram.
Enfim, seja o que Deus quiser!
Aviões caindo, pessoas queimadas. Esse sonho do avião meu irmão teve um igual no mesmo dia. Tenho medo dos meus sonhos. Normalmente não erram.
Enfim, seja o que Deus quiser!
domingo, 17 de maio de 2009
Leva o que trouxestes
Leva o que trouxestes, deixa em mim tua parte boa, teu sorriso, teu carinho, teus sonhos, tua voz que soa aqui nos meus ouvidos... no coração. Não desanime assim tão fácil, deixe-me livre, preciso do mundo, do ar, da água, de Deus, mais nada. Mas não me esqueça, assim como fazes, interpretas liberdade como solidão.
Antes eu tinha pressa, queria-te perto sei lá por que, não sei teu nome, tua história, teus defeitos e medos, mas te queria... Hoje te ouvir me faz bem, não te ver também. É assim, tem que ficar subentendido, antes eu não gostava dessa idéia, agora o abstrato me conquista.
Mas leva o que trouxestes, a bailarina precisa dançar, pássaro voar e o teu cheiro me deixar.
Antes de levar, deixa-me ouvir as tuas músicas que nunca escutei, não guarde mais assim, exatamente desse jeito é a única maneira de tentar não te querer mais.
Dedicado a Graça, querida e adorada Graça!
:)
Antes eu tinha pressa, queria-te perto sei lá por que, não sei teu nome, tua história, teus defeitos e medos, mas te queria... Hoje te ouvir me faz bem, não te ver também. É assim, tem que ficar subentendido, antes eu não gostava dessa idéia, agora o abstrato me conquista.
Mas leva o que trouxestes, a bailarina precisa dançar, pássaro voar e o teu cheiro me deixar.
Antes de levar, deixa-me ouvir as tuas músicas que nunca escutei, não guarde mais assim, exatamente desse jeito é a única maneira de tentar não te querer mais.
Dedicado a Graça, querida e adorada Graça!
:)
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Novo dia
Ela descobriu que às vezes é preciso estressar-se, que o Código de Processo Civil não te enrola se tu és atenciosa com ele, que conseguir nem sempre é ter e saber nem sempre é estudar, que números nem sempre condizem com esforço. O mundo material é assim, essa 'aquarianice' que está quase que como uma irmã siamesa dela, precisa apagar-se para deixá-la viver de maneira certa/esperta deste mundo material.
Ela descobriu Marisa Monte misturado com Djavan, talvez massas com maçãs, anjos com diapasões e cinemas sem impressões. Ela descobriu que é bom ser o João e a Maria daquela música do Chico Buarque de Hollanda. Que o celular despertando sábado pela manhã dizendo: 'Vai pro Italiano!', estava certo, afinal a aula mais importante ela resolve faltar, por que queria ficar embaixo do Italiano chamado Edredone...
Ela termina o dia cansada, acabada, querendo sua mãe, aquele amor, noite fria, olhos sem óculos, cabelos ondulados e Deus para ele explique as lacunas da vida, ela ora e não pede nada, só agradece, até por que o novo dia está quase para começar.
Ela descobriu Marisa Monte misturado com Djavan, talvez massas com maçãs, anjos com diapasões e cinemas sem impressões. Ela descobriu que é bom ser o João e a Maria daquela música do Chico Buarque de Hollanda. Que o celular despertando sábado pela manhã dizendo: 'Vai pro Italiano!', estava certo, afinal a aula mais importante ela resolve faltar, por que queria ficar embaixo do Italiano chamado Edredone...
Ela termina o dia cansada, acabada, querendo sua mãe, aquele amor, noite fria, olhos sem óculos, cabelos ondulados e Deus para ele explique as lacunas da vida, ela ora e não pede nada, só agradece, até por que o novo dia está quase para começar.
quarta-feira, 6 de maio de 2009
Ela nem pensa nos 'três minutos'
Faz dias que quero postar algo decente aqui, mas não tenho assunto =/
Well, well...
Ela anda satisfeita, não tem usado muito o celular, voltou-se às gramáticas e literaturas, prefere a branda solidão que aquele 'inexistir' do sim e do não, persiste em não querer pensar que pode a qualquer instante lembrar daquele 'inimigo' mortal. É... para ela, ele é fatal. Incognitamente ela insiste em querer afundar-se nos produtos de beleza e livros. Afinal, enquanto ele ainda define-se como 'encrenca', ela define-se como bonita e inteligente.
Dedicado novamente a minha amiga Graça :)
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