quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Sol

Carta Enviada pelo Anjo da Guarda - Ontem à noite- Em um idioma de origem latina.
Deus, Querido e Amado Criador. Preciso de sol, de luz, de calor, de um pouco mais de cor nestas vidas de toda a humanidade. O Senhor sabe eu amo inverno, chuva, mas ultimamente está difícil a situação aqui. Meu altruísmo é caracterizado pelo sofrimento no qual sinto em saber que têm pessoas morrendo por doenças. Infelizes doenças. Sinto-me impotente, entristeço. A esperança da humanidade ultimamente é no sol, para que o vírus tenha pouco tempo de vida e nos cientistas (não, não naqueles na qual criaram o vírus que menciono no envelope da carta). Eu sei que esse vírus tem grande chance de ter sido criado intencionalmente, devido à praga do capitalismo, eu sei também que nas mãos de homens que acreditam que têm poder acabamos por sermos transformados em cobaias. Peço e clamo com toda força e amor que ilumine esses homens que criam os medicamentos, ilumine a química, a física, a matemática, a meteorologia, a medicina. Dê-nos o sol. Preciso dele, precisamos dele querido Pai.
Com moderação e equilíbrio, já que tudo há de se pender a este.
Pai peço-Te com muita clemência que olhe por toda a humanidade, que sempre lembres do nosso amor a Ti e do Teu onipresente amor pelos teus filhos.
Peço-Te para que traga mais anjos para essa terra, mais luz, mais benevolência, mais amor. Ilumine a cabeça desses homens perdidos que só pensam nesse maldito dinheiro.
Lembra-Te quando em orações anteriores conversávamos sobre a que ponto chega o ser humano, sobre o quanto é deprimente saber que temos seres tão fúteis, inúteis, invejosos, invocadores de pragas, que semeiam a discórdia, que induzem a traição. Lembra-Te que indaguei: que vontade é essa que surge de querer quase que mortalmente a maldade de alguém? Indaguei diversos outros temas. Pedi ao Senhor que iluminasse o meu caminho.
Deus, a Tua criação aqui nesta Terra está por toda parte, esqueça vez ou outra em que pedi para ir para outro planeta, este aqui é lindo, vejo-Te a todo o momento, mas por vezes me sinto sozinha sentindo falta do Teu abraço e carinho, perdoe-me por pedir tanto nesta última carta é que como o Senhor sabe, ando preocupada com essas doenças e com a humanidade.

Com Amor de milênios e Carinho infinito, da Tua filha Bruna Rauber.

Um comentário:

Ana disse...

:)

lindíssimo.