domingo, 11 de outubro de 2009

E volta e meia

Volta e meia ela diz: Ai (suspiro de cansaço) como eu queria que ele desse menos ouvidos aos seus amigos, às suas angustias e entendesse o seu sentimento. Porque não é normal uma pessoa me olhar daquele jeito e o fato de não conversarmos mais atrapalha muito. Mas quando me dá a louca (Estás me ouvindo Bruna? -pergunta no meio descritivo de seus sentimentos- e eu respondo: Sim, siga: quando te dá a louca...) então eu vou à sua direção e sigo dizendo: Ei, de repente lembro do que ele me disse, que era para nós nos afastarmos e ficarmos cada dia mais longe um do outro, ele não vira de primeira chamada, mas sabe que sou eu o chamando, ninguém o chama assim além de mim e ele segue, como Capitão Rodrigo quando deixou a Bibiana pela primeira vez. Desisto, engulo a seco a frase: "Ei tu estás bem? Penso em ti todas as horas do dia, incansavelmente desde o último dia que nos vimos". Penso que ia ser demais dizer assim de supetão. Então eu a aconselho: Tens certeza que não consegues esquecê-lo?
Talvez a mim ela engula um: tenho, não consigo esquecê-lo. Silêncio segue ao resto do dia.


Nhe ^^... daqui uns anos eu escrevo um livro sobre essa história, vou vender milhões de exemplares e agradecerei imensamente pelo sofrimento (sem necessidade) da Graça.


Baci per tutti ragazzi!

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