Eu ando com receio, quase como algo imbuído no meu alter ego. Medo daquele sexto sentido que invade a alma e diz no meu ouvido o que pode ou não acontecer. Quem me conhece sabe o porquê que eu falo que sou meio bruxa, sensitiva ou sei lá o quê que realmente tenha visão ao futuro. Esse dizer insistente sobre o que espera os janeiros, fevereiros e os marços ao fim do verão compreende o medo ao futuro e à expansão. Então penso que nem começou e porque esse receio latente na minha alma, será medo do não? Sei nitidamente chega à minha mente e que de quando em vez penso que pode mesmo acontecer.
A pergunta maior fica entre a língua e os dedos, pois eu não falo e nem posso tocar: Porquê o futuro chega antes à minha porta se eu não posso impedí-lo de acontecer?
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário