Leva o que trouxestes, deixa em mim tua parte boa, teu sorriso, teu carinho, teus sonhos, tua voz que soa aqui nos meus ouvidos... no coração. Não desanime assim tão fácil, deixe-me livre, preciso do mundo, do ar, da água, de Deus, mais nada. Mas não me esqueça, assim como fazes, interpretas liberdade como solidão.
Antes eu tinha pressa, queria-te perto sei lá por que, não sei teu nome, tua história, teus defeitos e medos, mas te queria... Hoje te ouvir me faz bem, não te ver também. É assim, tem que ficar subentendido, antes eu não gostava dessa idéia, agora o abstrato me conquista.
Mas leva o que trouxestes, a bailarina precisa dançar, pássaro voar e o teu cheiro me deixar.
Antes de levar, deixa-me ouvir as tuas músicas que nunca escutei, não guarde mais assim, exatamente desse jeito é a única maneira de tentar não te querer mais.
Dedicado a Graça, querida e adorada Graça!
:)
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2 comentários:
Bah! vou começar a desabafar mais contigo, como é que consegue descrever os sentimentos alheios?
obrigada pelo texto amiga!
Valeu a força, Bruna. O negócio é seguir na luta. Gostei bastante do teu blog também.
um abraço,
Marcus,
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