
Cade aquele velho e querido moço que encontrou no verão?
E veio o outono, ai que delícia a nova estação!
Levou o moço e o calor do verão
Ele combinava com ela, ele vermelho, ela aquarela
Ele queria aquela - a liberdade da janela aberta -
Ela queria ele, o livro da estante
E quem sabe por um instante encontraria aquele no meio
Tira esse receio, deixa o inverno aí dentro, dá tempo ao medo,
dá cura à dor, coloca cor na vida.
Grita vai, grita!
O tempo passou e ela ainda é indagada: cade o moço de vermelho?
Ela responde: Sumiu no espelho!
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