segunda-feira, 20 de julho de 2009

Porque tudo é real

[...]Gostava agora de poder julgar que a Primavera é gente
Para poder supor que ela choraria,
Vendo que perdera o seu único amigo.
Mas a Primavera nem sequer é uma cousa:É uma maneira de dizer.
Nem mesmo a flores tornam, ou as folhas verdes.
Há outros dias suaves.
Nada torna, nada se repete, porque tudo é real.
Alberto Caeiro - Poemas Inconjuntos - De Fernando Pessoa

2 comentários:

Anônimo disse...

tu és linda...

Bruna disse...

festa estranha com gente esquisita :S

hahaha