O que dissestes -os teus lábios preponderantes e orgulhosos-?
O que falastes -os teus olhos instigantes à maldade e imensamente duvidosos-?
O que esperas da perfeição, faço-te novamente a pergunta, um anjo com diapasão?
Nem a voz e a vibração precisam de afinação.
O que queres de verdade?
A chamada tal liberdade?
Ou as antigas lamúrias da idade?
Entendes o que é amor?
Sabes passar a mão na cor?
Consegues ser feliz com a dor?
Sabes fechar a mão até encontrar a felicidade?
Ou preferes diminuí-la ao tamanho desta cidade?
Sabes achar perfeição nos outros e não ao teu lado, seria então verdade?
Ou a tua promiscuidade?
Um comentário:
Tu consegue ser genialmente maravilhosa. A tua força é intensa demais, qualquer um vê, quem não vê, é pq não quer!
Lindo o poema!
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